quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Eduardo Campos diz que deixará o governo de Pernambuco no dia 4 de abril.


PERNAMBUCO - 02/01/2014

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), confirmou ontem que vai deixar o comando do Executivo no dia 4 de abril. Provável candidato à Presidência da República, ele deu a declaração à rádio Cultura, de Palmares, interior pernambucano. 

"Vou ficar no governo até o prazo legal [de acordo com a Lei Eleitoral], que é dia 4 de abril", disse ele, segundo a assessoria do governo. 

Ex-ministro de Lula, Campos rompeu com o governo Dilma e tem feito críticas à gestão do PT. No domingo, afirmou que o governo federal foi omisso no combate a enchentes. 

Campos admitiu que ainda é desconhecido em todo o país. "Eu sou conhecido em Pernambuco, mas fora [do Estado] nós só vamos vencer esse desconhecimento quando o debate da TV e do rádio for iniciado", afirmou. 

Também disse que, por isso, irá percorrer todo o Brasil. 

Com a saída de Campos, o vice-governador do Estado, João Lyra Neto (PSB), vai assumir o comando em Pernambuco.  

Fonte: Diário de Guarapuava
Crédito: Divulgação/Google Imagens

Ônibus do Dorgival Dantas tomba e deixa um a ferido em Goiana/PE

PERNAMBUCO - 31/12/2013

O ônibus do sanfoneiro Dorgival Dantas, tombou em uma ribanceira, na BR-101, Km3, próximo a Usina Maravilhas, em Goiana/PE, no início da manhã de terça (31).

O veículo seguia de Natal para Maceió, por volta das 06h, com cinco técnicos da banda, quando saiu da pista e tombou. Apenas um dos integrantes, identificado por Daniel, teve ferimentos e foi socorrido pelo SAMU Goiana.

O motorista, Germano Gonzaga, contou que perdeu o controle do veículo. Chovia no momento. “A pista estava molhada e parecia estar com óleo. Não consegui frear. Tentei parar o ônibus batendo na árvore, mas não segurou e o veículo tombou na ribanceira. Graças a Deus ninguém se feriu gravemente”, disse. O músico Dorgival Dantas não estava no ônibus.

A cerca de 300 metros, um outro acidente. Um veículo capotou, também no trecho próximo a Usina Maravilhas. Os feridos foram socorridos pelo SAMU. Ninguém se feriu gravemente. Alguns técnicos do SAMU se dispuseram a ajudar mesmo estando de folga. Enfermeiros do Hospital Regional Belarmino Côrreia também estiveram no local para dar apoio.

  Fonte: Blog do Andersom Perreira 
Crédito: Divulgação

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Polícia conclui reprodução simulada da morte de promotor Fábio Farias.

Quatro momentos da reprodução simulada feita pela Polícia Civil: Mysheva e o noivo vão à fazenda Esperança; na estrada, atirador dispara contra o promotor; Mysheva se esconde em barranco para não ser alvejada; ela é amparada por pessoas que passavam em carro (Foto: Reprodução / TV Globo)
Quatro momentos da reprodução simulada feita pela Polícia Civil: Mysheva e o noivo vão à fazenda Esperança; na estrada, atirador dispara contra o promotor; Mysheva se esconde em barranco para não ser alvejada; ela é amparada por pessoas que passavam em carro (Foto: Reprodução / TV Globo)
23/12/2013

Durou três horas e meia a reprodução simulada do assassinato do promotor de Justiça Thiago Faria Soares, realizada nesta segunda-feira (23), no Agreste de Pernambuco. Cerca de 50 pessoas participaram do procedimento, inclusive a advogada Mysheva Martins, noiva da vítima e principal testemunha do crime.
A delegada Josineide Confessor, que preside o inquérito, não fala sobre prazo para concluir a investigação nem quais as principais hipóteses apuradas pela Polícia Civil. "Esse trabalho é para esclarecer algumas dúvidas em relação à dinâmica do crime e às versões apresentadas pelas testemunhas. No momento, ainda não temos nenhuma conclusão. As diligências foram extremamente proveitosas e os laudos finais serão esclarecedores, mas é prematuro a gente fazer qualquer juízo de valor acerca da conclusão da investigação", disse.
Josineide Confessor e Vanja Coelho (Foto: Reprodução / TV Globo)
Delegada Josineide Confessor (alto) e perita Vanja
Coelho coordenaram trabalhos nesta segunda
(Foto: Reprodução / TV Globo)
O perito criminal Ermindo Lopes Filho, que participou da apuração de casos como a morte da menina Isabela Nardoni, em 2008, foi trazido pelo Grupo Nacional de Combate a Organizações Criminosas para acompanhar a reprodução simulada. Esse grupo é formado por promotores e apóia investigações sempre que há representantes do Ministério Público entre as vítimas.
A perita Vanja Coelho, que coordenou a reprodução, ficou satisfeita com o resultado. "A reprodução foi extremamente frutífera e todos os resultados serão colocados em um laudo. Ainda temos algumas perícias a serem realizadas e a gente vai tentar entregar esse laudo no prazo mínimo previsto em lei, mas ainda posso prorrogar por 20 dias. A gente não pode antecipar nada porque ainda não foram somados aos dados anteriores [das outras fases da investigação] a esses dados colhidos aqui", informou. Perguntada sobre a reação de Mysheva Martins durante o trabalho, Vanja se limitou a dizer que ela estava "bastante emocionada".
A reprodução simulada em si

A simulação começou na casa de Mysheva, na cidade de Águas Belas. Junto com o noivo, eles saíram pela BR-423, sentido Iati, em direção à fazenda que a advogada arrematou em leilão judicial. No local, morava José Maria Pedro Rozendo Barbosa, que seria o mandante do crime, de acordo com a investigação. Na casa da fazenda, Mysheva teria descido do carro para pegar um documento. Essa informação de que o casal parou na fazenda antes de seguir para Itaíba foi revelada somente agora.
A reprodução aponta que, depois dessa parada, o casal voltou para o centro de Águas Belas. O promotor Tiago Faria desceu na casa da noiva e entregou a uma pessoa o documento que estava na fazenda. Depois de passar pela feira livre da cidade, o casal parou de novo, desta vez no escritório de Mysheva. Nesse local, o tio da advogada entrou no carro.
Os três seguiram pela PE-300, no sentido de Itaíba, e foram perseguidos por um carro. O homem que estava no banco de trás desse veículo atirou com uma espingarda 12, acertando o promotor. Mysheva saiu do carro do noivo e se protegeu no barranco; o tio dela também saiu do veículo e andou pelo acostamento. Os atiradores voltaram e o homem que estava atrás atirou outras três vezes, antes de deixar o local do crime.
Mysheva chegou cedo para a reconstituição, mas voltou para casa para trocar de roupa (Foto: Bruno Fontes/TV Globo)
Mysheva chegou cedo para a reconstituição, mas voltou
para casa para trocar de roupa
(Foto: Bruno Fontes/TV Globo)
Um carro que passava pela rodovia parou e ajudou Mysheva. Na fazenda que fica do outro lado do acostamento, uma testemunha escutou os tiros. Essa pessoa, um agricultor, também participou da simulação, mas informou que não conseguiu ver quem atirou.
Preparativos para a encenação

A ideia era reproduzir o mais fielmente possível todas as circunstâncias do crime, ocorrido no dia 14 de outubro deste ano, para esclarecer dúvidas da investigação. A advogada Mysheva Martins chegou logo cedo para a encenação, mas, por volta das 10h, saiu da delegacia com o pai e a mãe para ir em casa trocar de roupa e voltar, por orientação da polícia - a recomendação é que todos estejam o mais parecidos possível com o dia do crime.

Por volta das 9h, chegou ao local da reprodução simulada Edmacy Cruz Ubirajara, suspeito de matar o promotor. Ele estava acompanhado de dois advogados. A polícia propôs que ele ficasse no carro usado pelos matadores para ver se Mysheva conseguiria identificá-lo desse ângulo de visão. O advogado de defesa Anderson Flexa disse que seria uma contradição ele participar, já que Edmacy alega que não estava nem presente na hora do crime. Edmacy levou ao local o agricultor aposentado Alfredo Ferreira Melo, 65 anos - este homem contou à polícia que estava no carro de Edmacy no dia do crime e garantiu que em nenhum momento o suspeito saiu de perto dele. Eles teriam ido de Águas Belas para uma fazenda no povoado de Santa Rosa, onde Edmacy mora. Edmacy foi liberado antes das 10h.

Carro semelhante ao do promotor foi alugado (Foto: Bruno Fontes/TV Globo)
Carro semelhante ao do promotor foi alugado para
refazer o percurso (Foto: Bruno Fontes/TV Globo)
Cerca de 50 pessoas participaram da operação, entre policiais militares, civis e peritos. Josineide Confessor, delegada do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), preside o inquérito, auxiliada pelo delegado Salustiano Albuquerque, chefe da seccional do Agreste do DHPP. Representantes do Ministério Público de Pernambuco também acompanharam tudo: os promotores Ricardo Lapenda, Marcelo Grenhalgh e Epaminondas Tavares.
Por volta das 10h30, policiais militares saíram da delegacia e foram para a PE-300, local do crime, para isolar a área - uma barreira de 200 metros foi montada para que ninguém chegasse perto do local.
Um carro modelo Vera Cruz, igual ao do promotor, foi alugado pelo MPPE para ser usado na reprodução simulada.
Suspeito

Edmacy Cruz Ubirajara, suspeito de matar o promotor, foi solto na tarde da última quarta-feira (18).  Ele havia sido detido dois dias após o crime e estava no Centro de Triagem (Cotel) de Abreu e Lima, Grande Recife. A liberdade provisória foi concedida pelo Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE). A decisão, expedida na última segunda (16), é do juiz da 5ª Vara Criminal, Diógenes Barreto.
Na época do assassinato de Thiago Faria, o Ministério Público de Pernambuco(MPPE) pediu a prisão preventiva de Edmacy Ubirajara alegando que ele tinha voltado a praticar outro delito de natureza grave no estado. No entanto, após os advogados do suspeito terem pedido a liberdade provisória, o MPPE fez nova análise e informou ao magistrado “que não mais subsistem os requisitos para segregação cautelar do indigitado posto que não houve até o momento deflagração de ação penal em desfavor do acusado perante a Justiça pernambucana”.
Procurada pelo G1, a Polícia Civil de Pernambuco informou que não vai se pronunciar sobre as investigações nem dar detalhes sobre o andamento do inquérito, que ainda não foi concluído. O MPPE também afirmou que não vai falar sobre o caso.
Entenda o caso


O promotor Thiago Faria foi assassinado com quatro tiros de arma calibre 12 e morreu dentro do carro que dirigia. Ele seguia para a cidade de Itaíba, Agreste pernambucano, pela rodovia PE-300. Thiago era noivo da advogada Mysheva Martins. Ela e o tio estavam no veículo conduzido pelo promotor, mas escaparam sem nenhum ferimento.
Promotor trabalha no comarca de Itaíba, no Agreste (Foto: Facebook/Arquivo Pessoal)
Promotor trabalha no comarca de Itaíba, no Agreste
(Foto: Facebook/Arquivo Pessoal)
Mysheva é a principal testemunha do caso. Em depoimento à polícia na época do crime, ela disse que se escondeu e conseguiu fugir.


Uma das linhas de investigação aponta para uma discórdia sobre a posse da Fazenda Nova, que fica em Águas Belas, também no Agreste, arrematada em um leilão pela noiva da vítima. José Maria Pedro Rosendo Barbosa, o posseiro das terras, teve de deixar o local depois de uma ação judicial. Por causa de uma dívida trabalhista na Justiça Federal, Mysheva Martins conseguiu comprar a sede da fazenda. Nesse processo, ela teria recebido ajuda do noivo, o promotor Thiago Faria. Na desapropriação, ele esteve na fazenda com um oficial de Justiça. Irritado com o caso, José Maria Pedro Rosendo Barbosa, segundo a polícia, teria encomendado a execução do promotor. Até o momento, José Maria encontra-se foragido.

FONTE: G1/PE

História do MunicÍpio


ITAÍBA/PE

No início do século XIX, Itaíba era um vilarejo chamado Pau-Ferro localizado em torno da capelinha de Nossa Senhora da Conceição. Foi distrito de Águas Belas. Seu nome foi modificado para Itaíba por proposta da Comissão Administrativa do Estado, conforme costume da época de se utilizarem nomes tupis para os nomes das vilas e cidades. Assim, o nome Pau-Ferro foi convertido para o tupi através da junção dos termos itá (pedra, metal) e iba (planta, árvore, fruto) .
O município foi criado em 1958 e instalado em 28 de abril de 1962


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